Já era madrugada, mas Juliana ainda se revirava na cama. Tudo graças a um estranho barulho vindo de fora do quarto.
Rolou sobre o próprio corpo na esperança que David ainda pudesse estar acordado, mas suas esperanças morreram quando notou que ele já respirava pesadamente.
Um frio correu-lhe a espinha quando o ruído aumentou e um vulto preto adentrou o quarto pela porta entreaberta
Juliana mal conseguia se mexer, estava quase petrificada, mas no auge de todo seu nervosismo conseguiu sacudir David.
- Amor! Acordaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Não estamos sozinhos nesse quarto. Estou apavorada.
David resmungou qualquer coisa, sentou na cama e acendeu o abajur.
A essas alturas, Juliana já tinha se agarrado nele, numa atitude quase simbiótica.
Quando ele finalmente conseguiu se recuperar, mal pode acreditar no que via.
- Julianaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Não acredito que me acordou de novo por causa de uma maldita barata.

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