O
caos no carro denunciava o estado de espirito do grupo ao sair da balada.
Alta
velocidade, garrafas espalhadas por todos os lados e o retrato do descaso
estava formado.
Acharam
que não ia pegar nada, afinal já estavam acostumados a essa rotina no final de
semana e com o pai sendo maioral nas altas rodas, a sensação de poder era tão
boa quanto a do baseado fumado há pouco.
Toda
semana era a mesma coisa: balada, baseado, pegação, alta velocidade, comando,
liga pro pai, libera o rapaz.
Mas
dessa vez o destino se negou a intervir.
O
caminhão parou, o carro não freou e a ligação daquela noite precisou ser
diferente.
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