29 de abr. de 2010

Fim da balada


O caos no carro denunciava o estado de espirito do grupo ao sair da balada.

Alta velocidade, garrafas espalhadas por todos os lados e o retrato do descaso estava formado.

Acharam que não ia pegar nada, afinal já estavam acostumados a essa rotina no final de semana e com o pai sendo maioral nas altas rodas, a sensação de poder era tão boa quanto a do baseado fumado há pouco.

Toda semana era a mesma coisa: balada, baseado, pegação, alta velocidade, comando, liga pro pai, libera o rapaz.

Mas dessa vez o destino se negou a intervir.


O caminhão parou, o carro não freou e a ligação daquela noite precisou ser diferente.

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